Huaquero

Saywa é um ladrão de artefatos arqueológicos aposentado; dez anos atrás, depois de fracassar em um roubo, sua filha recém-nascida é raptada e sua esposa é morta. Deprimido e sozinho, ele se converte em vendedor de roupas na região dos Andes e, um dia, encontra uma menina perdida que pede sua ajuda para voltar para casa, em Lima. Chegando lá, ele é preso, e se dá conta de que foi uma emboscada preparada por seu pai, Ruka: o velho hierarca das huacas. Ele conta que aquela menina que o levou até lá é sua filha, que ele conseguiu recuperá-la por conta própria e que não a devolverá se Saywa não ajudá-lo a roubar uma múmia perto de Uyuni. Assim começa a viagem de Saywa para o sul para recuperar sua única família, embora ele receie que seja apenas mais uma das mentiras de seu pai.

  • Estágio de produção: Desenvolvimento
  • Duração estimada: 100′
  • Formato de captação: Super-16mm
  • Formato de projeção: DCP

INFORMAÇÕES TÉCNICAS

País: Equador

Valor Estimado: U$ 878.000,00

Valor Captado: US$ 0,00

Contato:

 

Juan Carlos Donoso Gómez
juancardonoso@gmail.com
Daniela Moreno Wray
danielamorenowray@gmail.com

Direção

  • Juan Carlos Donoso Gómez

    Estudou Cinema e Filosofia na Universidade San Francisco, de Quito. Começou sua carreira de cinema como editor: Impulso de Mateo Herrera, Sem outono, sem primavera de Iván Mora Manzano, e Em nome da filhade Tania Hermida. Realizou vários curtas-metragens de ficção com grande ênfase experimental. Saudade (2013) é seu primeiro longa-metragem, em fase de estreia, e “Huaquero” é seu segundo projeto, que já conta com fundos para o seu desenvolvimento.

Produção

  • Daniela Moreno Wray

    Estudou Cinema em Buenos Aires (CIC). Participou da produção de documentários como Ojos bien abiertos, de Gonzalo Arijón, The Challenge de Leticia Moreau. Ganhou o fundo de Cultura para sua pesquisa Las Cocinas de los pueblos. Recebeu o fundo Nacional de Cinema para a produção do longa-metragem de ficção Los Ángeles no tienen alas (2012). Atualmente está desenvolvendo Huaquero, de Juan Carlos Donoso, e seu primeiro longa-metragem documental, El Elefante dormido.